sábado, 11 de abril de 2009

Turvo Turbilhão I



Um desfocado autorretrato


Curioso como gosto de enumerar as coisas, não?
Quem vê assim pensa que eu sou a personificação da organização ou tão metódica a ponto de pensar rapidamente numa solução para tudo pelo simples fato de saber o que priorizar.

Pois bem, ser organizada é para mim uma daquelas metas que se tem e que quase não se consegue efetivamente alcançar, embora aparentemente (leia-se: para os outros) já seja concreta.

Sobre enumerar... hum, digamos seja, de fato, a esperança de que o pensamento e a inspiração (que em seu sentido mais honesto seria "transpiração") não morram nesta primeira etapa, esta que deveria ser a segunda ou terceira de outros primeiros pensamentos que não tiveram (ainda) vida o suficiente para ter continuidade.

Não se precipitem, leitores, achando que todos os meus primeiros tiveram fim sem o esperado meio. Digo que apenas a dúvida é que cessou um pouco o seu fogo em minha mente, ou melhor, abrandou, pois dúvidas em mim jamais cessam.

Cliquei aqui no botãozinho "Nova Postagem" com outras idéias de falas e textos, mas sempre me deixo levar pelos meus dedos e acabo digitando o que sai espontaneamente e não o que eu havia pensado. Espero que percebam isso diante da pouca elaboração de minha lógica (risos).

Agora me vem a dúvida, não a dúvida que me levou a escrever desde o começo e nem uma em especial que tome mais atenção do que as outras, como bem sabem sou feita de dúvidas e elas me movem para cima e para baixo horizontalmente me fazendo ver e rever conceitos, mas a dúvida que surgiu agora no meio dessa postagem "turva": e o que faço com o que havia pensado escrever antes de começar a escrever o que não havia pensado?

Começo agora um novo começo com uma nova dúvida no meio ou fim de um texto espontaneamente parido ou deixo para um tal textinho número II consolidando, assim, mais um número em sequência a este primeiro dos meus primeiros que nunca tem meio e fim?


Sorte que cérebro não sua...




Inté.

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